Esta é uma cronologia da história do Laço Campista, que visa relacionar os principais eventos ocorridos no Brasil e principalmente na região de sua origem, o Norte Fluminense. Estudamos eventos desde as primeiras tentativas de colonização da região até os dias atuais, focando a atenção nos registros importantes para o desenvolvimento do Laço Campista no Norte Fluminense e sua expansão. Registramos os principais fatos que contribuíram para o esporte evoluir.

  • 1536

    Início da Colonização

    A Capitania de São Tomé, igualmente denominada Campos dos Goytacazes e também conhecida como Capitania do Paraíba do Sul, foi criada em 1536 como uma das quinze parcelas do território brasileiro entregues pelo rei de Portugal, Dom João III de Portugal, a donatários em regime de hereditariedade. A capitania foi doada a Pero de Góis e ficava compreendida entre as atuais cidades de Itapemirim (Espírito Santo) e Macaé (Rio de Janeiro). Basicamente formada pelo sul do ES e norte fluminense (baixo Paraíba).

  • 1627

    Os Sete Capitães

    As primeiras tentativas de colonização falharam e após anos de abandono, com pequeno interesse por causa das histórias de infortúnio de Pero de Góes, a Capitania foi então dividida em grandes sesmarias, em agosto de 1627, por Martin de Sá, Governador do Rio de Janeiro, procurador de Gil de Góes, e doadas aos Sete Capitães. Ela compreendia, na época, uma região que ia do rio Macaé ao rio Itabapoana.

  • 1761

    Início da Base da Tropa do Mangalarga Marchador

    O Mangalarga Marchador foi muito importante no Laço Campista. Por esse motivo, um dos marcos mais importantes para a história do Laço Campista foi o começo do estabelecimento da tropa de animais da família Junqueira que foram mais tarde cruzados com um exemplar Alter Real que a família Real Portuguesa trouxe de Portugal. De acordo com relatos da família Geraldo Diniz Junqueira e o historiador do Mangalarga Marchador o Sr. Ricardo L. Casiuch, o estabelecimento da tropa base iniciou em 1761 quando os Junqueira se mudaram para a fazenda Favacho. Lá eles ergueram uma capela com uma inscrição indicando Primeiro de Janeiro de 1761. Esse foi o ponto de partida do Mangalarga Marchador. Mais informações podem ser encontradas no website www.pedigreedaraca.com.br

    Capela de São José do Favacho, Cruzília, Minas Gerais. Foto gentilmente cedida por Ricardo L. Casiuch

  • 1808-12

    O Mangalarga Marchador

    "A raça Mangalarga Marchador é tipicamente brasileira e surgiu há cerca de 200 anos na Comarca do Rio das Mortes, no Sul de Minas, através do cruzamento de cavalos da raça Alter – trazidos da Coudelaria de Alter do Chão, em Portugal – com outros cavalos selecionados pelos criadores daquela região mineira" (fonte: ABCCMM)

    Os Mangalarga Marchadores foram amplamente usados mais tarde na lida de fazendas do Norte Fluminense. Abaixo temos uma foto de Dom João VI montando um Cavalo Português ao revistar as tropas. Pintura de Domingos Siqueira, 1803.

  • 1857

    Início da Base da Tropa do Campolina

    Nascido em 10 de julho de 1836, na cidade de São Brás do Suaçuí, Minas Gerais, Cassiano Campolina inicia uma criação de eqüinos na Fazenda Tanque, em Entre Rios de Minas-MG.

  • 1870

    O Campolina

    De acordo com Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Campolina (ABCCC), em 1870, Cassiano Campolina, ganhou do Imperador D. Pedro II a égua Medéia que estava prenhe de um garanhão Andaluz. Desse cruzamento nasceu o potro Monarca, um cavalo que na Fazenda do Tanque, contribuiu muito na formação da raça Campolina.

  • 1873

    O Boi do Vento

    Os americanos criaram o arame farpado apenas em 1873 mas essa novidade somente chegou no Norte Fluminense no início do século XX por volta de 1914. O boi do vento era capturado livre na Restinga. No período dos séculos XVII e XVIII foi desenvolvido um modo único de laçar no ambiente de Restinga, que perdura até hoje. Esse modo de laçar se desenvolveu ao longo do tempo pela falta de cercas e currais no Norte Fluminense. O boi do vento vivia solto na Restinga sem cercas ou limites. Para ter dono, o boi precisava ser capturado na grande Restinga. O modo único de laçar desenvolvido nesse ambiente de Restinga nos tempos sem cercas ou currais foi uma adaptação às condições naturais daquela região.

  • 1914

    Arame Farpado e Cercas na Baixada Fluminense

    Com a chegada das cercas o laço passou a ser usado nas ferras quando o boi era solto do curral para o campo onde era laçado e imobilizado fora do ambiente insalubre do curral, na pastagem, para ser castrado e marcado livre de infecções.

  • 1957

    O Hipódromo Lineo de Paula Machado

    O Hipódromo Lineo de Paula Machado, ou Jockey Club de Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, foi inaugurado em 1957 e foi o terceiro maior do Brasil. Na foto baixo temos uma tomada da parte sul da pista. Mais tarde o Jockey Clube foi palco da primeira festa de laço na nossa região em 28 de maio de 1968.

  • 1968

    Primeira Festa de Laço

    Com o apoio do Sr. Edmundo Siqueira, o Sr. Dário Soares Fernandes organizou e executou a primeira festa do Laço em 28 de Maio de 1968, no Jokey Clube de Campos dos Goytacazes com enorme sucesso. Depois desse sucesso, Sr. Dário Soares Fernandes se tornou o grande propagador e promotor das Festas de Laço até seu falecimento.

  • 1969

    Os Mangalarga Marchadores com Registro

    Vários fazendeiros usaram o Mangalarga Marchador para melhorar a genética de animais sem registro, mas de qualidade superior que tinham em suas fazendas como base para animais de serviço e lazer. Logo após a fundação da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) em 16 de Julho de 1949, alguns relatos indicam que cavalos Mangalarga Marchadores do Sul de Minas foram introduzidos no Norte Fluminense. Mas os documentos disponíveis indicam que os animais com registro foram introduzidos apenas mais tarde, entre 1969 e durante a década de 70. Em particular para Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, cinco criadores de cavalos Mangalarga Marchador entre eles João Fernandes de Souza, Roosevelt Gomes Alves, José Carlos Vieira Barbosa, e Joel Lemos Barreto, tiveram importância na formação de cavalos Mangalarga Marchador com registro na ABCCMM em Campos dos Goytacazes.

    João Fernandes de Souza criou com o afixo Futuro. Os primeiros nascimentos que esse criador registrou com o afixo Futuro foram em 1970, filhos do Herdade Predileto e Iguassu das Garças. Alguns nascimentos indicam que os cruzamentos iniciaram em 1969.

    Roosevelt Gomes Alves criou com o afixo R.G.A. Os primeiros nascimentos que esse criador registrou com o afixo R.G.A. foram em 1970 e 1971, filhos de A.F. Cadete e Herdade Teatro.

    José Carlos Vieira Barbosa criou com o afixo Algodoeiro. Os primeiros nascimentos que esse criador registrou com o afixo Algodoeiro foram em 1976 e 1977, filhos de Catuni Garcês, Aliança Darlubio e Providência Orfeu.

    Joel Lemos Barreto criou com o afixo Cruz da Serra. Os primeiros nascimentos que esse criador registrou com o afixo Cruz da Serra foi em 1979, filhos de Alfarraz da Gironda.

    Abaixo temos um dos mais importantes exemplares do Mangalarga Marchador, Herdade Cadillac (1959-1989). Foto gentilmente cedida pelo criador e estudioso do Mangalarga Marchador, Ricardo L. Casiuch.

  • 1970

    Criação do Clube de Laço de Praça de João Pessoa

    O Clube de Laçadores de Praça de João Pessoa, em São Francisco de Itabapoana, Rio de Janeiro foi criado na década de 70. Nessa época o Sr. Dário Soares Fernandes conseguiu uma área para promover eventos de laço, e ainda hoje, essa área é usada pelo município de São Francisco de Itabapoana como parque de exposições agropecuárias.

  • 1971

    Os Cavalos Campolina com Registro

    Vários fazendeiros usaram o Campolina para melhorarem a genética de animais sem registro, mas de qualidade superior que tinham em suas fazendas como base para animais de serviço e lazer e estamos pesquisando registros. Após a fundação da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina (ABCCC) em 1951, alguns documentos disponíveis indicam que os animais com registro foram introduzidos apenas mais tarde, entre 1971 e 1975. Em particular para Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, três criadores de cavalos Campolina entre eles Severino Veloso Carvalho Neto, João Fernandes de Souza e Mery Fernandes, tiveram importância na formação de cavalos Campolina com registro na ABCCC em Campos dos Goytacazes.

    Severino Veloso de Carvalho Neto criou com o afixo São Pedro. Os primeiros filhos que esse criador registrou com o afixo São Pedro foram em 1970, filhos de Átilas do Areal. Depois vieram vários filhos de Gas Frevo.

    João Fernandes de Souza criou com o afixo Futuro mas tudo indica que foram poucos animais. O primeiro nascimento que esse criador registrou com o afixo Futuro foi em 1974, filho de Cinerama de Macacu.

    Mery Fernandes criou com o afixo M.F. Os primeiros nascimentos que esse criador registrou com o afixo M.F. foram em 1975, filhos de Apolo de Duas Barras.

  • 1974

    Chegada dos Primeiros QM no Norte Fluminense

    Três criadores tiveram papel importante em trazer a raça Quarto de Milha para a região, um criador de São Fidélis e outros dois de Campos dos Goytacazes. Em 1974, o Sr. Edmundo Penna Barbosa da Silva comprou o cavalo 3/4 QM de nome Portenho das Fazendas Swift King Ranch. Também em 1975, trouxe as fêmeas puras Almenara e My Gold Badger e trouxe para a Fazenda da Pedra, em São Fidélis. Mais tarde em 1978 ele trouxe o garanhão Nescau SKR, O Sr. Edmundo ainda trouxe outros QM mestiços. Mais ou menos na mesma época, de acordo com data de desembarque registrada na ABQM, em 20 de Julho de 1976, Luiz André Hayem Coutinho, trouxe dos EUA os primeiros cavalos Quarto de Milha puros por origem direto da origem para a criação de cavalos da Companhia Açucareira Paraíso na localidade de Tocos, Campos dos Goytacazes, RJ.  André Coutinho como era conhecido, trouxe o garanhão Quick King Clegg de 4 anos na época e matrizes puras entre elas Clints Miss Lisa, Bar’s Bee Girl, e Sheza Clint Clegg comprados da Spring Creek Farm. Quatro anos depois em 1979, o pecuarista José Martins dos Santos Filho trouxe o potro Mar de Brinquedo do Rancho Quarto de Milha de Saquarema, Rio de Janeiro, para Ilha dos Carães, próxima a localidade de Tocos, em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro.

  • 1980

    Chegada dos Appaloosas

    Os primeiros Appaloosas foram introduzidos pela Usina do Queimado e por Paulo Vítor Carneiro que trouxeram os garanhões King e Black, respectivamente, mais ou menos na mesma época na década de 80.

  • 1985

    Cavalos Puro Sangue Inglês

    Outra importante influência no Laço Campista por causa do Jockey Club, foi a introdução mais tarde de cavalos mestiços de Puro Sangue Inglês (PSI) e puros nas festas de laço. Existem relatos que indicam que por volta da década de 80 um cavalo de nome Cambuí, nascido em 17 de Outubro de 1982 cobriu éguas na região de Campo Novo de Cacimba, São Francisco do Itabapona, RJ numa fazenda administrada por Irineu Gomes que tinha uma ligação muito forte com o Jockey Clube. O filho do Sr. Irineu Gomes, Genildo Gomes vendeu cavalos PSI para fazendeiros da região da década de 80 em diante. Existe também um relato de uma égua PSI pura de nome Gatuna, que foi introduzida em festas de laço em 2003 pelo ex-jockey e hoje treinador de cavalos, Jadison da Silva Gomes, mais conhecido como Chopinho, neto do Sr. Irineu Gomes e filho de Genildo Gomes. Na foto abaixo temos Chopinho na sua primeira vitória em corrida de cavalos no Jockey e Sr. Humberto Alves, que foi o criador de Cambuí, do Haras Quebracho. Cambuí deve ter coberto éguas pelo menos três anos depois do seu nascimento, provavelmente de 1985 em diante. O cavalo na foto se trata de outro animal mas a foto ficou como homenagem ao Sr. Humberto Alves, criador de Cambuí e todos os Gomes que muito trabalharam com cavalos PSI no Norte Fluminense. 

  • 1987

    Os Primeiros QM no Laço Campista

    Por volta de 1987 os cavalos Quarto de Milha iniciam em Festas de Laço no Norte Fluminense com muito sucesso. Mas eles somente se tornaram predominantes bem mais tarde em 2000. Até o ano de 2000, os Mangalarga Marchadores eram predominantes.

  • 1989

    Primeira Associação de Laçadores no Rio de Janeiro

    No final da década de 80, Sr. Dário tentou criar a Associação de Laçadores do Estado do Rio de Janeiro, Sete Capitães (ALER) com ajuda de outras pessoas. Essa associação foi fundada e registrada em cartório e tinha até um logotipo official usado para correspondências. Os eventos dessa associação foram realizados na década de 90 em Lagoa de Cima e em alguns outros locais. Depois essa associação não foi para frente, com a morte de Sr. Dário Soares Fernandes ela acabou.

  • Out 1997

    Primeira Festa do Laço do Posto Timbozão

    Nos dias 8 e 9 de Outubro de 1997 foi realizada uma das maiores Festas de Laço organizadas na região. Na época, Sr. Dário Soares Fernandes ainda estava muito ativo e com saúde para ajudar. A Festa foi realizada em uma pista muito bem montada e com iluminação. Essa festa foi a última grande Festa de Laço que ALER fez. Na época, o então Sócio-fundador da ALER, Sr. João Gomes Siqueira envolveu toda a família imediata e um primo, João Siqueira Neto. João Gomes Siqueira e João Siqueira Neto trabalharam juntos com mais dois ajudantes para montar a pista. A festa iniciou no sábado e terminou no domingo. Foi o maior evento que a Associação dos Laçadores do Estado do Rio de Janeiro (ALER) realizou na época. O ganhador foi Edmar Gomes, e o segundo colocado foi Luís Cláudio Cordeiro, mais conhecido como Carne Seca de Macaé. Abaixo temos uma fita em VHS da Festa de 1997.

  • 2001

    Chegada do Paint Horse

    O Primeiro Paint Horse que tivemos no Norte Fluminense foi o cavalo Apache, que veio de Londrina trazido por Antônio Carlos Aguiar Júnior em 2001 aproximadamente.

  • 2010

    Período de Desorganização no Laço

    Havia um sentimento geral em vários laçadores de que os eventos não estavam focados no esporte em si. Não havia organização suficiente com o esporte e o Laço Campista estava perdendo sua identidade. Na maioria dos eventos, havia uma preponderância de distrações musicais festivas no mesmo tempo em que as competições aconteciam. Nessa desorganização, o ambiente amigável e familiar, por vezes, era comprometido, afastando laçadores que desejavam mais foco no esporte e no ambiente familiar.

  • Mar

    2016

    Reuniões para Fundar a Associação do Laço Campista (ALC)

    Devido aos problemas observados nos eventos que ocorriam naquele tempo, alguns fundadores começaram a conversar entre si e montaram um grupo. Várias pessoas foram importantes para a fundação da ALC. Elas organizaram reuniões que ocorreram no início de 2016 para delinear como a ALC seria. Os trabalhos para preparar regras para o esporte e criar um estatuto para fundar a ALC foram intensos. O grupo de fundadores formado por 12 pessoas decidiu doar uma quantia em dinheiro para iniciar a ALC.

  • Jul

    2016

    Primeira Etapa da ALC na Fundação Rural de Campos

    Os fundadores da ALC realizaram a primeira etapa da ALC com uma prova de Laço Campista em Julho de 2016 introduzindo regras ao esporte. Foram reduzidos o número de laços de 3 para dois. Também ficou proíbido rodar a corda ao lado do brete antes do boi sair. Também foram introduzidas 7 balizas para encurtamento de distância de corrida com o avanço da disputa. Essas mudanças serviram para dar mais agilidade para as provas aumentando o grau de competitividade valorizando os melhores conjuntos. Um dos desafios principais foi o de motivar as pessoas, e principalmente, mudar a cultura vigente na época que não tinha regras, para uma cultura diferente, mais profissional e implantando regras para organizar os eventos. Havia muito ceticismo e preocupação dos laçadores com um potencial objetivo econômico dos membros fundadores da ALC que foi fundada, importante lembrar, sem fins lucrativos.

  • Ago

    2016

    A Formalização da Fundação da ALC

    O grupo responsável pela fundação da ALC se reunia desde de Março de 2016 e realizaram a primeira etapa da ALC em Julho do mesmo ano. A formalização da fundação da Associação do Laço Campista (ALC) foi formalizada em em 25 de Agosto de 2016.

  • Out

    2016

    Criação das Categorias Feminino, Master e Jovem

    Depois do sucesso da primeira etapa e da fundação da ALC, foram criadas em Outubro de 2016 mais três categorias além da categoria aberta: feminino, master e jovem.

  • Abr

    2017

    Criação da Categoria Incentivo

    Em Abril de 2017, a ALC criou mais uma categoria denominda Incentivo. Nessa categoria os competidores menos experientes ou iniciando podem laçar de igual para igual com outros de habilidades similares. Essa categoria continua sendo um sucesso até hoje. O limite de prêmios é de três por laçador que deverá laçar na aberta depois de conseguir essa marca de três prêmios

  • Ago

    2017

    Criação do Clube de Laço de Carangola (CLC)

    O Clube Laço de Carangola (CLC), em Carangola, Minas Gerais, surgiu em Agosto de 2017 para executar eventos de laço adotando muitas das regras criadas pela Associação do Laço Campista. O intuito da CLC foi criar um grupo de confraternização mensal de amigos e competidores em volta do esporte Laço Campista. A CLC abraça várias cidades na região da Zona da Mata de Minas Gerais incluindo Carangola, Espera Feliz, Tombos, Pedra Dourada, e do Noroeste Fluminense incluindo Porciúncula, Natividade e Itaperuna.

  • Mar

    2019

    Introdução da Barreira Eletrônica e Redução no Número de Balizas

    Em Março de 2019, a ALC introduziu a barreira eletrônica para auxiliar o juiz de brete nas decisões. Isso tornou as provas ainda mais justas para todos. O número de balizas foi reduzido de 7 para 3 (70, 50 e 35 metros) aumentando a dificuldade e criando mais oportunidades para valorizar os melhores conjuntos.

  • Dez

    2019

    Término da Gestão da Primeira Diretoria da ALC

    A primeira diretoria da ALC consegue implantar várias regras fazendo provas da modalidade em 10 cidades em dois estados incluindo Campos dos Goytacazes, Carapebus, Italva, Macaé, Quissamã, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana, São Joao da Barra, São Pedro da Aldeia no Rio de Janeiro e em Presidente Kennedy no Sul do Espírito Santo. Cria 5 categorias, consegue fazer 33 etapas distribuindo cerca de R$ 430 mil em prêmios e obtendo cerca de 6500 participantes em provas com tremendo sucesso.